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Artigos, guias e novidades sobre lubrificação industrial e automotiva
O óleo certo para o redutor é o que a plaqueta pede em CLP, ISO VG ou AGMA. Veja a tabela de conversão, como o aditivo EP protege os dentes e quando o sintético compensa.
Escolha o óleo ATF pela especificação do manual do câmbio, como Dexron VI, Mercon LV ou Toyota WS. O ATF transmite a força do motor, aciona e controla as embreagens, lubrifica e resfria.
O óleo certo para têmpera entrega a velocidade de resfriamento que o aço e a peça exigem: convencional, acelerado ou polímero não inflamável. Veja como ler a curva de resfriamento e saber se o óleo do tanque ainda está bom.
Existem quatro tipos de fluido de corte: o integral, usado puro, e três misturados com água (solúvel mineral, semissintético e sintético). Corte lento e pesado pede integral; corte rápido pede fluido com água, e a retífica é a exceção.
A DIN 51524 divide os óleos hidráulicos minerais em HL, HLP, HVLP e HLPD; o HFDU é o fluido resistente ao fogo. Veja qual classe e qual ISO VG usar pela condição do seu sistema.
O laboratório da Kelpen Oil faz 25 tipos de ensaio sob normas ASTM, NBR e ISO. Veja os ensaios por família, os equipamentos, como ler o laudo e o que a análise revela no óleo em uso.
O fluido de calibração ISO 4113 substitui o diesel na bancada de teste de bombas e bicos injetores. Veja as faixas de viscosidade e densidade da norma, o que significam CV e AW e quando trocar o fluido.