Escolha o óleo ATF (sigla em inglês para fluido de transmissão automática) pela especificação que o manual do câmbio indica, o código definido pela montadora, como Dexron VI, Mercon LV ou Toyota WS, e confira se o produto atende exatamente esse código; a cor e o rótulo "para câmbio automático" não bastam. O ATF é o óleo hidráulico do câmbio. Ele trabalha como o fluido de freio, que transforma o pé no pedal em força na roda, e ainda lubrifica, resfria e controla o atrito das embreagens.

Qual o melhor óleo ATF para cada câmbio?

O melhor óleo ATF é o que atende a especificação pedida no manual daquele câmbio, sem aproximação. A linha Supramatic da Kelpen Oil tem quatro fluidos para transmissão, e o quadro abaixo mostra qual usar em cada situação da oficina ou da frota. A lista completa de especificações de cada produto está mais adiante, na seção sobre o Supramatic.

Se o manual do câmbio pede…UsePor quê
Dexron III G, Dexron III M, Allison C-4 ou Ford Mercon (especificações de gerações anteriores; a Allison C-4, de câmbios Allison)Supramatic DX III MBase mineral de alto refino; o boletim registra esses quatro níveis de desempenho
Dexron VISupramatic DX VIBase sintética formulada para a especificação Dexron VI
Especificações de várias marcas na mesma oficina ou frota (Dexron VI, Mercon LV, Toyota WS, Hyundai SP-IV, JASO 1A, entre outras)Supramatic MULTIUm só fluido cobre toda a lista do boletim, o que simplifica o estoque. JASO 1A é a classe de ATF da norma japonesa JASO M315, da associação de normas automotivas do Japão
Fluido para CVT (câmbio de correia ou corrente de aço), como Nissan NS-2, Honda HCF-2 ou Toyota CVTF TCSupramatic CVTBase sintética para as gerações mais recentes de CVT de veículos leves
Câmbio de veículo híbridoConsulte a Equipe Técnica Kelpen Oil com a especificação do manualO boletim do Supramatic CVT não recomenda o produto para CVT de híbridos; alguns híbridos pedem ATF no lugar de fluido de CVT, e aí vale a especificação pedida
ATF na direção hidráulicaSupramatic DX III M, DX VI ou MULTI, conforme a especificação do manualOs três são indicados também para direções hidráulicas pelo boletim

Para que serve o óleo ATF?

O óleo ATF serve para cinco trabalhos ao mesmo tempo dentro do câmbio automático: transmitir a força do motor no conversor de torque, levar pressão às embreagens, controlar o atrito dos discos, levar embora o calor e lubrificar. Os números da lista abaixo são os mesmos da Figura 1.

  1. Transmite a força no conversor de torque. O conversor de torque é o acoplamento cheio de fluido entre o motor e o câmbio. O impulsor, que gira com o motor, lança o fluido contra as pás da turbina, o que leva a turbina e o eixo de entrada do câmbio a girar sem ligação mecânica direta com o motor. O estator, uma roda de pás montada sobre uma roda livre (peça que deixa girar num sentido só e trava no outro), devolve o fluido ao impulsor no sentido que ajuda o giro, o que multiplica o torque na arrancada. Em velocidade constante, muitos câmbios fecham uma embreagem de travamento dentro do conversor e eliminam o deslizamento.

  2. Leva pressão às embreagens. Na maioria dos câmbios, a bomba é acionada pelo cubo do conversor, que gira com o motor, então há pressão sempre que o motor está ligado. O corpo de válvulas (o bloco de canais, válvulas e solenoides que regula e distribui essa pressão) manda o fluido para o pistão da embreagem da marcha pedida, o que leva o pistão a apertar os discos e a marcha a engatar.

  3. Controla o atrito dos discos. Os discos de fricção precisam deslizar um pouco no início do acoplamento e travar por completo no final. Os modificadores de atrito do ATF (aditivos que ajustam o quanto o disco "agarra") dosam esse comportamento, o que leva a uma troca de marcha sem tranco.

  4. Leva embora o calor. O deslizamento do fluido dentro do conversor gera boa parte do calor do câmbio, sobretudo na arrancada, no reboque e no trânsito pesado. Na maioria dos câmbios, o fluido que sai do conversor passa pelo arrefecedor (o radiador de óleo do câmbio), o que leva a temperatura de volta à faixa de trabalho antes de o fluido seguir para a lubrificação. Calor em excesso acelera a oxidação, a reação do óleo com o oxigênio do ar que forma ácidos, borra e verniz.

  5. Lubrifica. Parte do fluxo vai para as engrenagens planetárias, rolamentos, buchas e arruelas de encosto, o que leva a um filme de óleo (a camada fina de fluido que separa duas superfícies de metal) entre as peças que trabalham sob carga.

Como isso aparece na oficina e na frota: troca de marcha lenta, dura ou com tranco; vibração no engate; giro do motor que sobe sem o carro acompanhar (a embreagem patina); temperatura do câmbio acima do normal.

Os cinco trabalhos do ATF dentro do câmbio automático: força no conversor de torque, pressão nas embreagens, atrito dos discos, retirada de calor e lubrificação Conversor de torque (meio corte) Turbina liga ao câmbio Impulsor gira com o motor Estator sobre roda livre lado do motor lado do câmbio Corpo de válvulas Embreagens pistão e discos Bomba do câmbio Arrefecedor (radiador de óleo) Lubrificação engrenagens e rolamentos Cárter e filtro reserva do fluido 1 2 3 5 4

Figura 1. O caminho do ATF no câmbio automático, em esquema simplificado. O conversor aparece em meio corte: a vista de um corte feito ao longo do eixo, só da metade acima dele (a de baixo é igual, espelhada). Na figura: (1) no conversor de torque o fluido sai do impulsor, entra na turbina pela borda externa e volta pelo estator; (2) a bomba leva o fluido do cárter ao corpo de válvulas, que manda pressão às embreagens e alimenta o conversor; (3) nos discos, os modificadores de atrito dosam o deslizamento enquanto o pistão aperta o pacote; (4) o fluido que sai do conversor passa pelo arrefecedor e (5) segue para a lubrificação antes de voltar ao cárter, traçado da maioria dos câmbios. A turbina aparece do lado do motor porque o impulsor é a própria carcaça traseira do conversor, soldada à tampa que gira com o motor; a turbina fica dentro, entre a tampa e o impulsor, e passa o giro ao eixo do câmbio pelo centro. O traçado exato dos canais varia de um câmbio para outro.

O óleo ATF é hidráulico?

Sim, dentro da transmissão o ATF funciona como fluido hidráulico: a bomba pressuriza o fluido e o corpo de válvulas o direciona para cada embreagem conforme a marcha pedida. Muitas direções hidráulicas também trabalham com ATF, quando o fabricante do veículo indica.

Isso não torna o ATF igual ao óleo hidráulico industrial. Um óleo hidráulico antidesgaste do tipo HLP (a classe com aditivo antidesgaste da norma DIN 51524 parte 2), usado em prensas e injetoras de plástico, tem aditivos para proteger bombas e válvulas, mas não traz os modificadores de atrito que as embreagens de um câmbio automático exigem. A regra vale nos dois sentidos: óleo hidráulico industrial não vai na transmissão automática, e ATF só entra em sistema hidráulico industrial, ou num macaco hidráulico, quando o manual do equipamento pede. Por isso a dúvida "óleo hidráulico 68 ou ATF" tem resposta curta: cada fluido fica no sistema para o qual foi especificado. O óleo hidráulico 68 é o óleo industrial de grau ISO VG 68, a classe de viscosidade medida a 40 °C pela norma ISO 3448; o ATF segue a especificação da montadora. Para entender o que um sistema industrial exige, veja o artigo sobre os tipos de óleos hidráulicos.

Em oficinas de injeção diesel, outro equipamento também trabalha com fluido especificado: a bancada de bombas e bicos injetores usa o fluido de calibração ISO 4113.

Por que uma especificação de ATF não substitui a outra?

Porque, entre os requisitos de cada especificação, três pesam direto na troca de marcha: a viscosidade, o atrito dos discos e a compatibilidade com as vedações. Por isso a resposta para "qual óleo substitui o ATF" é outro fluido que atenda exatamente a mesma especificação, ou uma especificação que a própria montadora declare substituta.

Viscosidade e tempo de troca de marcha

A viscosidade é a resistência do fluido a escoar (o mel tem viscosidade alta, a água tem baixa). O corpo de válvulas regula a pressão, e a viscosidade decide duas coisas: o tempo que o fluido leva para encher o pistão da embreagem e quanto fluido escapa pelas folgas internas. As duas mudam o tempo de acoplamento. Nos câmbios com controle eletrônico, a central da transmissão aprende com as trocas anteriores e corrige pressão e tempo, mas só dentro da faixa calibrada para o fluido especificado. Com um fluido fora dessa faixa, a troca pode ficar lenta, dura ou com trancos.

A faixa de viscosidade do ATF vem dentro da especificação da montadora, em vez de um grau avulso como o ISO VG 68 de um óleo hidráulico industrial ou o 10W-30 de um óleo de motor. As especificações mais novas, como Dexron VI e Mercon LV (LV, de low viscosity, baixa viscosidade), pedem um fluido mais fino que o das gerações anteriores.

Atrito controlado nos discos de embreagem

Quem dá forma ao atrito durante o deslizamento são os modificadores de atrito, dosados para o material de fricção e para a estratégia de troca daquele câmbio. Com a química errada, o disco patina demais ou agarra cedo demais. O disco que patina deixa o giro do motor subir sem o carro acompanhar e esquenta o material de fricção; o disco que agarra cedo dá tranco ou vibração na troca. Nos dois casos, o material de fricção se desgasta mais rápido.

Compatibilidade com as vedações

Retentores e anéis de vedação do câmbio são ensaiados com o fluido da especificação. Um fluido incompatível pode fazer a borracha inchar ou endurecer. O vazamento que resulta disso começa pequeno e reduz a pressão hidráulica disponível para as embreagens.

Qual a diferença entre ATF e fluido para CVT?

O fluido para CVT precisa manter alto o atrito entre metal e metal na correia, além de controlar o atrito das embreagens; no atrito, o ATF só precisa do segundo. A transmissão continuamente variável (CVT) troca a relação de marcha sem degraus: uma correia ou corrente de aço corre entre duas polias que mudam de diâmetro, e todo o torque passa pelo atrito entre o aço da correia e o aço das polias. O CVT também tem embreagens banhadas no fluido, como as de marcha à frente e à ré, por isso o fluido de CVT atende os dois atritos: alto o suficiente na correia para ela não patinar e controlado nos discos, além de lubrificar e proteger contra desgaste.

Como cada fluido tem o atrito ajustado para um mecanismo diferente, fluido de CVT não vai em câmbio automático convencional, e ATF não vai em CVT, a menos que a montadora indique expressamente.

Qual Supramatic atende cada especificação?

A linha Supramatic tem quatro fluidos: três para câmbio automático convencional e um para CVT. Os níveis de desempenho abaixo são os do boletim técnico de cada produto.

ProdutoBaseIndicado paraAtende
Supramatic DX III MMineral de alto refinoTransmissões automáticas e direções hidráulicasDexron III G, Dexron III M, Allison C-4 e Ford Mercon
Supramatic DX VISintéticaTransmissões automáticas e direções hidráulicas que pedem Dexron VIDexron VI
Supramatic MULTISintéticaTransmissões automáticas e direções hidráulicasDexron VI, Mercon LV, VW TL 052 162-X/Y e TL 052 540-B, JASO 1A e 1A-LV, ATF DW-1, Hyundai SP-IV, MB 236.12/14/15/16/17, ATF J3, Toyota WS e JWS 3324
Supramatic CVTSintéticaCVT de veículos leves, com correia ou corrente de açoToyota CVTF TC e CVTF FE, Nissan NS-1 e NS-2, Honda HMMF e HCF-2, Mitsubishi CVTF-J1, Subaru ECVT e iCVT, Daihatsu AMMIX CVT, Suzuki CVTF NS-2 e CVT Green 1, Chrysler e Jeep NS-2, Mini Cooper EZL799

Os três fluidos para câmbio automático convencional trazem, pelo boletim, alto índice de viscosidade (a viscosidade varia menos entre o câmbio frio e o câmbio quente), baixo ponto de fluidez (o fluido continua escoando no frio) e compatibilidade com retentores, anéis e demais componentes de borracha ou plástico do sistema. O boletim do DX VI e do MULTI lista aditivos modificadores (redutores) de atrito, antidesgaste, antioxidantes e detergentes dispersantes (que mantêm a sujeira em suspensão até a troca). O do DX III M, de base mineral, lista proteção antidesgaste, antioxidante, detergente e dispersante.

O Supramatic CVT é indicado para as gerações mais recentes de CVT com correia ou corrente de aço. O boletim técnico não recomenda o produto para unidades CVT de veículos híbridos.

Como descobrir a especificação correta do câmbio?

A especificação está no manual do veículo, e quatro passos evitam os erros mais comuns na hora de abastecer.

  1. Consulte o manual do veículo. A especificação do fluido aparece na seção de manutenção ou de capacidades. Alguns câmbios também trazem a indicação na vareta ou em etiqueta no compartimento do motor.

  2. Confirme se a montadora admite outra especificação. Algumas autorizam uma especificação mais nova no lugar da antiga, como Dexron VI em câmbios que pediam Dexron III. Essa permissão precisa estar no manual ou em comunicado da própria montadora.

  3. Compare com o nível de desempenho do produto. O fluido precisa atender exatamente a especificação pedida. "Serve para câmbio automático" no rótulo não basta.

  4. Considere o uso. Reboque, subida de serra e trânsito pesado aquecem o fluido e aceleram a oxidação. Muitos manuais trazem um intervalo de troca próprio para esse uso severo.

Como a Kelpen Oil confere cada Supramatic?

O boletim técnico de cada Supramatic registra os ensaios de controle do fluido novo: viscosidade a 40 °C e a 100 °C, índice de viscosidade, ponto de fulgor e corrosão em lâmina de cobre. O laboratório próprio em Arujá (SP) faz esses ensaios, nenhum lote é liberado sem a aprovação dele e uma contra-amostra de cada lote (um frasco do mesmo lote, guardado para comparação futura) fica arquivada. O mesmo laboratório analisa o fluido que já rodou no câmbio: acidez, água, espectro de infravermelho e elementos de aditivo mostram se o ATF oxidou, recebeu contaminação ou foi misturado com outro produto. A lista completa está no artigo sobre os ensaios do laboratório de lubrificantes.

O que medimosO que revelaNorma
Viscosidade a 40 °C e a 100 °C (fluido novo e usado)No fluido novo, se está na faixa da especificação. No usado, queda aponta mistura com fluido mais fino ou quebra do aditivo que dá corpo ao óleo; alta aponta oxidaçãoASTM D7042, no viscosímetro SVM 4001
Índice de viscosidadeQuanto a viscosidade muda entre o câmbio frio e o quenteNBR 14358
Ponto de fulgor em vaso aberto Cleveland (o fluido é aquecido num copo aberto e uma chama passa por cima)Temperatura em que os vapores do fluido se inflamam por um instante com uma chama por perto: margem de segurança no manuseioNBR 11341
Corrosão em lâmina de cobre, 3 h a 100 °C (condição do ensaio)Se o fluido mancha ou ataca peças de cobre e bronze, como buchasNBR 14359
Número de acidez total, ou TAN (fluido usado), por titulação: a quantidade de base necessária para neutralizar os ácidos da amostraQuanto o fluido oxidou com o usoNBR 14448
Água por Karl Fischer (fluido usado), titulação que mede a água em partes por milhãoEntrada de água, por condensação ou por falha no arrefecedorNBR 11348
Espectro de infravermelho (fluido usado): a luz infravermelha que a amostra absorve funciona como impressão digital das moléculasOxidação e mistura com outro fluido, comparando com o espectro do fluido novoASTM E2412
Elementos de aditivo por ICP (espectrometria de emissão em plasma, que mede elementos químicos): bário, boro, cálcio, fósforo e zinco (fluido usado)Se o pacote de aditivos mudou, sinal de mistura com outro produto ou de aditivo consumidoNBR 14786, no espectrômetro Optima 7000 DV

Perguntas frequentes

Posso misturar ATF de especificações diferentes? Evite. A mistura deixa de ter garantia de atender qualquer uma das duas especificações. Para completar o nível, use o mesmo fluido que está no câmbio ou faça a troca completa com o fluido correto.

Fluido ATF serve para direção hidráulica? Serve quando o fabricante do veículo indica ATF para a direção. Pelo boletim técnico, o Supramatic DX III M, o DX VI e o MULTI são indicados também para direções hidráulicas. Há direções que pedem fluidos de outro tipo, por isso a consulta ao manual vem primeiro.

Qual a diferença entre o Supramatic DX VI e o Supramatic MULTI? O DX VI atende a especificação Dexron VI. O MULTI reúne em um só produto Dexron VI, Mercon LV, Toyota WS, Hyundai SP-IV e as demais especificações da tabela, o que simplifica o estoque de oficinas e frotas com veículos de várias marcas.

Posso usar fluido de CVT em câmbio automático? Não, a menos que a montadora indique. O câmbio automático convencional é calibrado para o atrito do ATF da sua especificação, e a central eletrônica não compensa um fluido feito para correia e polias.

Quando trocar o fluido da transmissão automática? No intervalo que o manual do veículo indica, e no intervalo de uso severo quando o veículo reboca, sobe serra ou roda no trânsito pesado. Na dúvida sobre o fluido que já está no câmbio, a acidez e a água medidas em laboratório mostram se ele oxidou ou foi contaminado antes que a troca de marcha piore.

Glossário

  • ATF: sigla em inglês para fluido de transmissão automática; é o fluido hidráulico, lubrificante e controlador de atrito do câmbio automático.

  • Conversor de torque: acoplamento cheio de fluido entre o motor e o câmbio, formado por impulsor, turbina e estator.

  • Estator: roda de pás entre a turbina e o impulsor, sobre uma roda livre, que redireciona o fluido e multiplica o torque na arrancada.

  • Corpo de válvulas: bloco de canais, válvulas e solenoides que regula e distribui a pressão do fluido para cada embreagem.

  • Modificador de atrito: aditivo que ajusta o quanto o disco de embreagem desliza antes de travar.

  • CVT: transmissão continuamente variável, que muda a relação de marcha sem degraus com uma correia ou corrente de aço entre polias.

  • Índice de viscosidade: número que indica quanto a viscosidade muda com a temperatura; quanto maior, menor a variação.

  • Especificação (nível de desempenho): conjunto de requisitos definido pela montadora ou por norma, como Dexron VI ou Toyota WS, que o fluido precisa atender.

Fale com a Equipe Técnica

A Equipe Técnica Kelpen Oil avalia a especificação pedida no manual, o tipo de transmissão (automática convencional ou CVT), a direção hidráulica, o perfil de uso da frota e o volume de consumo, e confirma o Supramatic adequado para cada caso. Se a dúvida for sobre o fluido que já está no câmbio, o laboratório da Kelpen Oil em Arujá (SP) faz a análise do óleo em uso, como serviço pago. Salve este artigo ou envie para quem cuida da manutenção da sua frota ou oficina.