Kelpen Oil
Supra FSH

Supra FSH

Flushing · detergente e dispersante

Óleo lubrificante para limpeza de sistemas hidráulicos, formulado com óleos básicos parafínicos e aditivos detergentes e dispersantes. Remove e mantém em suspensão os resíduos da carga anterior, preservando proteção antidesgaste e anticorrosiva durante o processo.

Disponível em:

20L200L1000L

Sobre o produto

Detalhes técnicos e aplicações

Descrição completa

O Supra FSH é o óleo lubrificante da Kelpen Oil para limpeza de sistemas hidráulicos, formulado com óleos básicos parafínicos e aditivos detergentes e dispersantes. Ele circula pelo sistema removendo os resíduos da carga anterior e mantendo-os em suspensão até o filtro, sem deixar o equipamento desprotegido durante o processo: proporciona proteção antidesgaste, anticorrosiva, antiferruginosa, antioxidante, antiespumante e estabilidade térmica, com excelente compatibilidade com os materiais de vedação do sistema. Cada lote é analisado no laboratório próprio da Kelpen Oil em Arujá (SP), com laudo técnico acompanhando a entrega.

Por que fazer flushing antes da carga nova

Drenar um sistema hidráulico não o esvazia. Entre 10% e 15% do volume permanece retido em cilindros, mangueiras, trechos mortos da tubulação, bomba e fundo do reservatório, e esse resíduo carrega o que degradou a carga anterior: borra, verniz, partículas metálicas e água.

A consequência é direta. Óleo novo abastecido sobre esse resíduo começa a vida contaminado, e a degradação recomeça do ponto em que a carga anterior parou. Em sistemas com histórico de verniz em válvulas, o resíduo remanescente é justamente o que continua alimentando o problema.

O flushing existe para remover o que a drenagem deixa. É um passo de manutenção, não uma etapa opcional, e é o que faz a carga nova entregar a vida que ela poderia entregar.

O que diferencia um óleo de flushing

Um fluido de limpeza agressivo remove resíduo, mas ataca vedações e deixa o sistema desprotegido durante a operação. O Supra FSH parte de outra premissa: é um óleo lubrificante com detergência, não um solvente.

Isso significa que, enquanto limpa, ele continua protegendo: mantém a aditivação antidesgaste e anticorrosiva atuando, evita a formação de espuma e é compatível com os materiais de vedação do sistema. O equipamento pode circular o fluido em condição de trabalho sem que o processo de limpeza vire, ele mesmo, uma fonte de dano.

A detergência e a dispersância fazem o resto: removem os depósitos das superfícies internas e mantêm os resíduos em suspensão, para que cheguem ao filtro em vez de se redepositarem em outro ponto do circuito.

Quando fazer flushing

  • Antes de uma troca de classe de óleo, como a migração de HLP para HVLP ou HLPD

  • Na conversão para fluido de éster resistente ao fogo, em que resíduo mineral remanescente compromete a resistência ao fogo da carga nova

  • Após falha de bomba ou componente, quando há partícula metálica circulando

  • Quando a carga anterior apresentou degradação avançada, com borra ou verniz

  • No comissionamento de equipamento novo, para remover resíduo de fabricação e montagem

  • Em intervalos definidos pelo plano de manutenção, conforme a criticidade do sistema

Como verificar se o flushing funcionou

A resposta objetiva vem da contagem de partículas pela ISO 4406, feita no óleo antes e depois do procedimento. É o ensaio que mostra, em número, se o nível de contaminação do sistema caiu ao patamar exigido pelo equipamento.

Muitas plantas fazem flushing e nunca medem o resultado, o que transforma um procedimento técnico em ritual. A medição é o que separa os dois.

O laboratório da Kelpen Oil realiza a contagem de partículas em óleo de qualquer fabricante, como serviço pago.

Onde o Supra FSH é usado

  • Limpeza de sistemas hidráulicos industriais antes da carga nova

  • Preparação de sistema para troca de classe de fluido

  • Limpeza após falha de componente com geração de partícula

  • Comissionamento de equipamento novo

  • Remoção de borra e verniz em sistemas com degradação avançada

Depois do flushing

Concluída a limpeza, o sistema é drenado e abastecido com o óleo de operação, na classe e no grau definidos pelo manual do equipamento:

Linha Supra AW, HLP (parte 2). Pressão severa e temperaturas elevadas, com as conformidades dos fabricantes de bombas.
https://kelpenoil.com/produtos/industrial/maquinas-e-equipamentos/oleos-hidraulicos/linha-supra-aw

Linha Supra HP, HVLP (parte 3). Quando há grandes variações de temperatura, com alto índice de viscosidade e baixo ponto de mínima fluidez.
https://kelpenoil.com/produtos/industrial/maquinas-e-equipamentos/oleos-hidraulicos/linha-supra-hp

Linha Supra AWD, HLPD (parte 2). Quando o sistema convive com água e umidade, isento de zinco, com isenção de cinzas
https://kelpenoil.com/produtos/industrial/maquinas-e-equipamentos/oleos-hidraulicos/linha-supra-awd

Linha Supra, HL (parte 1). Quando o manual do equipamento especifica HL.
https://kelpenoil.com/produtos/industrial/maquinas-e-equipamentos/oleos-hidraulicos/linha-supra

Linha Supra HFDU FR 68, fluido hidráulico resistente ao fogo da Kelpen Oil, do tipo HFDU
https://kelpenoil.com/produtos/industrial/maquinas-e-equipamentos/oleos-hidraulicos/supra-hfdu-fr-68

Controle de qualidade: laboratório próprio

Todo lote de Supra FSH é analisado no laboratório da Kelpen Oil em Arujá (SP). Os ensaios que compõem o laudo são a cor pela NBR 14483, a viscosidade cinemática a 40 °C e a 100 °C pela ASTM D7042, o índice de viscosidade pela NBR 14358, o ponto de fulgor pela NBR 11341 e a massa específica pela NBR 7148.

São cinco dos mais de 25 ensaios do parque analítico, que inclui ainda a contagem de partículas pela ISO 4406, o ensaio que verifica o resultado do próprio flushing, o teor de água por Karl Fischer pela NBR 11348, as características espumantes pela NBR 14235 e a corrosividade ao cobre pela NBR 14359. O laudo técnico acompanha cada lote.

Perguntas frequentes

O que é flushing de sistema hidráulico? É o procedimento de limpeza que remove os resíduos que a drenagem deixa no sistema: borra, verniz, partículas e água retidos em cilindros, mangueiras, bomba e trechos mortos da tubulação. É feito com um fluido detergente que circula antes da carga nova.

Por que fazer flushing antes de trocar o óleo hidráulico? Porque a drenagem não esvazia o sistema. Uma parcela do volume permanece retida e contamina a carga nova desde o primeiro dia, fazendo a degradação recomeçar do ponto em que a anterior parou.

Qual óleo usar para flushing hidráulico? Um óleo lubrificante com propriedades detergentes e dispersantes, e não um solvente agressivo. O fluido precisa remover depósitos e manter os resíduos em suspensão mantendo a proteção do sistema e a compatibilidade com as vedações durante o processo.

Como saber se o flushing foi eficaz? Pela contagem de partículas conforme a ISO 4406, medida antes e depois do procedimento. É o ensaio que mostra em número se a contaminação caiu ao patamar exigido pelo equipamento. Sem medição, não há como afirmar que a limpeza funcionou.

Preciso fazer flushing ao trocar de tipo de óleo hidráulico? Sim, e essa é uma das situações em que ele é mais necessário. Resíduo da carga anterior contamina o fluido novo e pode comprometer as propriedades pelas quais ele foi escolhido, o que é especialmente crítico na conversão para fluido resistente ao fogo.

Fale com a equipe técnica

(mesmo bloco da Linha Supra, com a contagem de partículas em destaque)

Quer verificar o nível de contaminação do sistema antes e depois do flushing? O laboratório da Kelpen Oil faz a contagem de partículas pela ISO 4406 em óleo de qualquer fabricante. É um serviço pago, com laudo objetivo.

Para análise, boletim técnico ou cotação, chame no WhatsApp pelo botão desta página ou envie sua solicitação pelo formulário de contato. O atendimento é roteado por departamento, então a sua mensagem cai direto no time certo.

A Kelpen Oil atende a indústria em todo o Brasil, com envase sob demanda, do balde ao granel, e laudo técnico acompanhando cada lote. Lubrificantes industriais desde 1999.

Para projetos em avaliação, a visita técnica à fábrica e ao laboratório em Arujá (SP) é a forma mais direta de ver o parque analítico que sustenta cada laudo emitido. As visitas são agendadas caso a caso com o time comercial.

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