Supra FSH
Flushing · detergente e dispersante
Óleo lubrificante para limpeza de sistemas hidráulicos, formulado com óleos básicos parafínicos e aditivos detergentes e dispersantes. Remove e mantém em suspensão os resíduos da carga anterior, preservando proteção antidesgaste e anticorrosiva durante o processo.
Disponível em:
Propriedades
Proteção
Anti-desgaste
Térmica
Alta estabilidade
Composição
Base
Aditivos
Inibidores
Anti-espuma
Supra FSH
Flushing · detergente e dispersante
Óleo lubrificante para limpeza de sistemas hidráulicos, formulado com óleos básicos parafínicos e aditivos detergentes e dispersantes. Remove e mantém em suspensão os resíduos da carga anterior, preservando proteção antidesgaste e anticorrosiva durante o processo.
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Sobre o produto
Detalhes técnicos e aplicações
Descrição completa
O Supra FSH é o óleo lubrificante da Kelpen Oil para limpeza de sistemas hidráulicos, formulado com óleos básicos parafínicos e aditivos detergentes e dispersantes. Ele circula pelo sistema removendo os resíduos da carga anterior e mantendo-os em suspensão até o filtro, sem deixar o equipamento desprotegido durante o processo: proporciona proteção antidesgaste, anticorrosiva, antiferruginosa, antioxidante, antiespumante e estabilidade térmica, com excelente compatibilidade com os materiais de vedação do sistema. Cada lote é analisado no laboratório próprio da Kelpen Oil em Arujá (SP), com laudo técnico acompanhando a entrega.
Por que fazer flushing antes da carga nova
Drenar um sistema hidráulico não o esvazia. Entre 10% e 15% do volume permanece retido em cilindros, mangueiras, trechos mortos da tubulação, bomba e fundo do reservatório, e esse resíduo carrega o que degradou a carga anterior: borra, verniz, partículas metálicas e água.
A consequência é direta. Óleo novo abastecido sobre esse resíduo começa a vida contaminado, e a degradação recomeça do ponto em que a carga anterior parou. Em sistemas com histórico de verniz em válvulas, o resíduo remanescente é justamente o que continua alimentando o problema.
O flushing existe para remover o que a drenagem deixa. É um passo de manutenção, não uma etapa opcional, e é o que faz a carga nova entregar a vida que ela poderia entregar.
O que diferencia um óleo de flushing
Um fluido de limpeza agressivo remove resíduo, mas ataca vedações e deixa o sistema desprotegido durante a operação. O Supra FSH parte de outra premissa: é um óleo lubrificante com detergência, não um solvente.
Isso significa que, enquanto limpa, ele continua protegendo: mantém a aditivação antidesgaste e anticorrosiva atuando, evita a formação de espuma e é compatível com os materiais de vedação do sistema. O equipamento pode circular o fluido em condição de trabalho sem que o processo de limpeza vire, ele mesmo, uma fonte de dano.
A detergência e a dispersância fazem o resto: removem os depósitos das superfícies internas e mantêm os resíduos em suspensão, para que cheguem ao filtro em vez de se redepositarem em outro ponto do circuito.
Quando fazer flushing
Antes de uma troca de classe de óleo, como a migração de HLP para HVLP ou HLPD
Na conversão para fluido de éster resistente ao fogo, em que resíduo mineral remanescente compromete a resistência ao fogo da carga nova
Após falha de bomba ou componente, quando há partícula metálica circulando
Quando a carga anterior apresentou degradação avançada, com borra ou verniz
No comissionamento de equipamento novo, para remover resíduo de fabricação e montagem
Em intervalos definidos pelo plano de manutenção, conforme a criticidade do sistema
Como verificar se o flushing funcionou
A resposta objetiva vem da contagem de partículas pela ISO 4406, feita no óleo antes e depois do procedimento. É o ensaio que mostra, em número, se o nível de contaminação do sistema caiu ao patamar exigido pelo equipamento.
Muitas plantas fazem flushing e nunca medem o resultado, o que transforma um procedimento técnico em ritual. A medição é o que separa os dois.
O laboratório da Kelpen Oil realiza a contagem de partículas em óleo de qualquer fabricante, como serviço pago.
Onde o Supra FSH é usado
Limpeza de sistemas hidráulicos industriais antes da carga nova
Preparação de sistema para troca de classe de fluido
Limpeza após falha de componente com geração de partícula
Comissionamento de equipamento novo
Remoção de borra e verniz em sistemas com degradação avançada
Depois do flushing
Concluída a limpeza, o sistema é drenado e abastecido com o óleo de operação, na classe e no grau definidos pelo manual do equipamento:
Linha Supra AW, HLP (parte 2). Pressão severa e temperaturas elevadas, com as conformidades dos fabricantes de bombas.
https://kelpenoil.com/produtos/industrial/maquinas-e-equipamentos/oleos-hidraulicos/linha-supra-aw
Linha Supra HP, HVLP (parte 3). Quando há grandes variações de temperatura, com alto índice de viscosidade e baixo ponto de mínima fluidez.
https://kelpenoil.com/produtos/industrial/maquinas-e-equipamentos/oleos-hidraulicos/linha-supra-hp
Linha Supra AWD, HLPD (parte 2). Quando o sistema convive com água e umidade, isento de zinco, com isenção de cinzas
https://kelpenoil.com/produtos/industrial/maquinas-e-equipamentos/oleos-hidraulicos/linha-supra-awd
Linha Supra, HL (parte 1). Quando o manual do equipamento especifica HL.
https://kelpenoil.com/produtos/industrial/maquinas-e-equipamentos/oleos-hidraulicos/linha-supra
Linha Supra HFDU FR 68, fluido hidráulico resistente ao fogo da Kelpen Oil, do tipo HFDU
https://kelpenoil.com/produtos/industrial/maquinas-e-equipamentos/oleos-hidraulicos/supra-hfdu-fr-68
Controle de qualidade: laboratório próprio
Todo lote de Supra FSH é analisado no laboratório da Kelpen Oil em Arujá (SP). Os ensaios que compõem o laudo são a cor pela NBR 14483, a viscosidade cinemática a 40 °C e a 100 °C pela ASTM D7042, o índice de viscosidade pela NBR 14358, o ponto de fulgor pela NBR 11341 e a massa específica pela NBR 7148.
São cinco dos mais de 25 ensaios do parque analítico, que inclui ainda a contagem de partículas pela ISO 4406, o ensaio que verifica o resultado do próprio flushing, o teor de água por Karl Fischer pela NBR 11348, as características espumantes pela NBR 14235 e a corrosividade ao cobre pela NBR 14359. O laudo técnico acompanha cada lote.
Perguntas frequentes
O que é flushing de sistema hidráulico? É o procedimento de limpeza que remove os resíduos que a drenagem deixa no sistema: borra, verniz, partículas e água retidos em cilindros, mangueiras, bomba e trechos mortos da tubulação. É feito com um fluido detergente que circula antes da carga nova.
Por que fazer flushing antes de trocar o óleo hidráulico? Porque a drenagem não esvazia o sistema. Uma parcela do volume permanece retida e contamina a carga nova desde o primeiro dia, fazendo a degradação recomeçar do ponto em que a anterior parou.
Qual óleo usar para flushing hidráulico? Um óleo lubrificante com propriedades detergentes e dispersantes, e não um solvente agressivo. O fluido precisa remover depósitos e manter os resíduos em suspensão mantendo a proteção do sistema e a compatibilidade com as vedações durante o processo.
Como saber se o flushing foi eficaz? Pela contagem de partículas conforme a ISO 4406, medida antes e depois do procedimento. É o ensaio que mostra em número se a contaminação caiu ao patamar exigido pelo equipamento. Sem medição, não há como afirmar que a limpeza funcionou.
Preciso fazer flushing ao trocar de tipo de óleo hidráulico? Sim, e essa é uma das situações em que ele é mais necessário. Resíduo da carga anterior contamina o fluido novo e pode comprometer as propriedades pelas quais ele foi escolhido, o que é especialmente crítico na conversão para fluido resistente ao fogo.
Fale com a equipe técnica
(mesmo bloco da Linha Supra, com a contagem de partículas em destaque)
Quer verificar o nível de contaminação do sistema antes e depois do flushing? O laboratório da Kelpen Oil faz a contagem de partículas pela ISO 4406 em óleo de qualquer fabricante. É um serviço pago, com laudo objetivo.
Para análise, boletim técnico ou cotação, chame no WhatsApp pelo botão desta página ou envie sua solicitação pelo formulário de contato. O atendimento é roteado por departamento, então a sua mensagem cai direto no time certo.
A Kelpen Oil atende a indústria em todo o Brasil, com envase sob demanda, do balde ao granel, e laudo técnico acompanhando cada lote. Lubrificantes industriais desde 1999.
Para projetos em avaliação, a visita técnica à fábrica e ao laboratório em Arujá (SP) é a forma mais direta de ver o parque analítico que sustenta cada laudo emitido. As visitas são agendadas caso a caso com o time comercial.
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