Linha Turan EP
Mineral · ISO VG 68 a 1000
Linha de lubrificantes de base mineral para caixas de engrenagens, redutores industriais e mancais de rolos, com aditivação de extrema pressão. Classe CLP conforme DIN 51517 parte 3, do ISO VG 68 ao 1000, atendendo aos requisitos AGMA 9005-F16, AISE 224, David Brown S1.53.101(E) e FAG FE-8.
Disponível em:
Propriedades
Proteção
Anti-desgaste
Térmica
Alta estabilidade
Composição
Base
Aditivos
Inibidores
Anti-espuma
Linha Turan EP
Mineral · ISO VG 68 a 1000
Linha de lubrificantes de base mineral para caixas de engrenagens, redutores industriais e mancais de rolos, com aditivação de extrema pressão. Classe CLP conforme DIN 51517 parte 3, do ISO VG 68 ao 1000, atendendo aos requisitos AGMA 9005-F16, AISE 224, David Brown S1.53.101(E) e FAG FE-8.
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Sobre o produto
Detalhes técnicos e aplicações
Descrição completa
A Linha Turan EP reúne os óleos de base mineral da Kelpen Oil, formulados com aditivos de extrema pressão para caixas de engrenagens, redutores industriais e mancais de rolos sob carga elevada. Cobre do ISO VG 68 ao 1000 e atende à classe CLP da DIN 51517 parte 3.
O que a aditivação de extrema pressão faz
Em redutor sob carga elevada ou carga de choque, a pressão de contato entre os dentes rompe o filme de óleo que a viscosidade sozinha consegue manter. Nesse regime, quem protege a superfície é o aditivo de extrema pressão: ele reage com o metal no ponto de contato e forma uma película que suporta a carga onde o filme hidrodinâmico falha.
Na Linha Turan EP, essa película reduz o desgaste e o ruído dos dentes de engrenagem e dos mancais, mesmo em ambientes corrosivos ou de elevada umidade. A formulação inclui ainda proteção contra corrosão e formação de espuma e resistência à oxidação, com corrosividade ao cobre no grau 1B da escala.
Onde a Linha Turan EP é usada
Engrenagens industriais fechadas: dentes retos, cônicas de dentes retos, cônico-helicoidais, espinha de peixe, parafusos sem fim e helicoidais, em serviço severo sob carga elevada
Redutores industriais
Mancais de rolos
Especificações atendidas
A linha atende aos requisitos para óleo de engrenagens industriais das especificações DIN 51517 parte 3, classe CLP, AGMA 9005-F16, AISE 224, David Brown S1.53.101(E) e FAG FE-8. O manual do equipamento define a especificação e o grau ISO VG exigidos pelo redutor.
Os graus da Linha Turan EP
A linha cobre oito graus, do ISO VG 68 ao 1000: Turan EP 68 · 100 · 150 · 220 · 320 · 460 · 680 · 1000
Entre em contato com o time técnico e solicite o Boletim Técnico do grau especificado para o seu equipamento.
Turan EP ou Turan S
A diferença entre as duas linhas está na base.
Linha Turan EP, mineral. Para redutores industriais em temperatura e carga normais. Quando o manual do equipamento não exige base sintética, é a especificação de partida. O ponto de fluidez da linha, especificado em 3 °C negativos no máximo, é adequado para operação em ambiente industrial abrigado; não é a linha para partida em ambiente frio.
Linha Turan S, sintética. Bases PAO do Grupo IV da API, complementadas por base de Grupo V, para serviço severo: temperatura de operação elevada, partida em ambiente frio, equipamento de difícil acesso para troca ou operação que exige intervalo estendido entre cargas.
https://kelpenoil.com/produtos/industrial/maquinas-e-equipamentos/redutores-industriais/linha-turan-s
O manual do equipamento e a condição de operação definem a escolha.
Controle de qualidade: laboratório próprio
Todo lote da Linha Turan EP é analisado no laboratório da Kelpen Oil em Arujá (SP): cor pela NBR 14483, viscosidade cinemática a 40 °C e a 100 °C pela ASTM D445 e NBR 10441, índice de viscosidade pela ASTM D2270 e NBR 14358, densidade pela NBR 7148, ponto de fulgor pela NBR 11341, ponto de fluidez pela NBR 11349 e corrosividade ao cobre pela ASTM D130 e NBR 14359.
O mesmo laboratório analisa o óleo de engrenagem em uso na sua planta, de qualquer fabricante.. Viscosidade, acidez e contaminação medidas em laboratório respondem se a carga do redutor segue dentro da especificação ou se a troca já venceu.
Perguntas frequentes
O que significa EP no óleo de engrenagem?
EP é extrema pressão. Indica a presença de aditivos que formam película protetora no contato metal contra metal sob carga elevada, onde o filme de óleo comum se rompe. É o requisito básico para engrenagens em serviço severo.
O que é óleo CLP?
CLP é a classe da DIN 51517 parte 3 para óleos de engrenagem com aditivação de extrema pressão e proteção contra desgaste, corrosão e oxidação. É a especificação que a maioria dos manuais de redutor industrial exige.
Qual óleo usar em redutor de coroa e parafuso sem fim?
O grau e a especificação definidos pelo fabricante do redutor. A Linha Turan EP é indicada para engrenagens de parafuso sem fim, entre os demais tipos de engrenagem fechada. Em caso de dúvida sobre a compatibilidade da aditivação com o material da coroa, o time técnico avalia com o Boletim Técnico do grau em mãos.
Qual a diferença entre óleo de engrenagem mineral e sintético?
A base. O mineral atende à classe CLP e resolve a maioria dos redutores em condição normal de temperatura e carga. O sintético resiste mais à oxidação e mantém fluidez no frio, o que o indica para serviço severo e intervalos estendidos.
Como saber qual ISO VG usar no redutor?
Pelo manual do equipamento, que define o grau em função da carga, da rotação e da temperatura de operação. Na falta do manual, a análise do óleo em uso e os dados de placa do redutor permitem ao time técnico chegar ao grau correto.
Óleo de engrenagem ataca componentes de bronze?
Aditivos de extrema pressão ativos podem atacar ligas de cobre em temperatura elevada, e por isso a corrosividade ao cobre é ensaio de rotina. A Linha Turan EP é especificada com corrosividade ao cobre no grau 1B, medida em cada lote pela ASTM D130.
Fale com a equipe técnica
Quer saber se a carga do seu redutor ainda protege a engrenagem antes de decidir a troca? O laboratório da Kelpen Oil analisa o óleo em uso, de qualquer fabricante.
Para análise, Boletim Técnico de um grau específico ou cotação, chame no WhatsApp pelo botão desta página ou envie sua solicitação pelo formulário de contato. O atendimento é roteado por departamento, então a sua mensagem cai direto no time certo.
A Kelpen Oil atende a indústria em todo o Brasil, com envase sob demanda, do balde ao granel. Lubrificantes industriais desde 1999.
Para projetos em avaliação, a visita técnica à fábrica e ao laboratório em Arujá (SP) é a forma mais direta de ver o parque analítico que sustenta cada laudo emitido. As visitas são agendadas caso a caso com o time comercial.
Solicite cotação ou amostra
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