Linha Turan S
Sintético PAO · ISO VG 32 a 1000
Linha de lubrificantes 100% sintéticos para caixas de engrenagens, redutores industriais e mancais sob carga elevada, formulados com bases dos Grupos IV (polialfaolefinas, PAO) e V da API e aditivação de extrema pressão. Classe CLP conforme DIN 51517 parte 3, do ISO VG 32 ao 1000, para serviço severo, turbinas eólicas e extrusoras.
Disponível em:
Propriedades
Proteção
Anti-desgaste
Térmica
Alta estabilidade
Composição
Base
Aditivos
Inibidores
Anti-espuma
Linha Turan S
Sintético PAO · ISO VG 32 a 1000
Linha de lubrificantes 100% sintéticos para caixas de engrenagens, redutores industriais e mancais sob carga elevada, formulados com bases dos Grupos IV (polialfaolefinas, PAO) e V da API e aditivação de extrema pressão. Classe CLP conforme DIN 51517 parte 3, do ISO VG 32 ao 1000, para serviço severo, turbinas eólicas e extrusoras.
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Sobre o produto
Detalhes técnicos e aplicações
Descrição completa
A Linha Turan S reúne os óleos de engrenagem 100% sintéticos da Kelpen Oil, formulados com bases dos Grupos IV (polialfaolefinas, PAO) e V da API e pacote de aditivos de extrema pressão à base de enxofre e fósforo. É a linha para caixas de engrenagens fechadas, redutores industriais e mancais que trabalham sob carga elevada em serviço severo, atendendo à classe CLP da DIN 51517 parte 3.
O que a base sintética muda no redutor
O óleo mineral envelhece pela oxidação, e a oxidação acelera com a temperatura. Em redutor que roda quente, sob carga de choque ou em regime contínuo, isso encurta a vida da carga e multiplica as paradas para troca.
As bases PAO do Grupo IV, complementadas por base de Grupo V, se degradam mais devagar nas mesmas condições. Na especificação da Linha Turan S isso aparece em dois números: índice de viscosidade mínimo de 120, contra a faixa típica de 90 a 100 dos minerais de engrenagem, e ponto de fluidez máximo de 30 °C negativos. O primeiro significa que o óleo varia menos de viscosidade entre a partida fria e a operação quente. O segundo garante fluidez na partida em ambiente frio ou em equipamento exposto, caso dos redutores de turbina eólica.
O resultado prático é a extensão do intervalo entre trocas e a redução das paradas para manutenção.
Onde a Linha Turan S é usada
Caixas de engrenagens industriais fechadas: dentes retos, cônicas de dentes retos, cônico-helicoidais, espinha de peixe e helicoidais, em serviço severo sob carga elevada
Redutores de turbinas eólicas
Caixas de engrenagem de extrusoras de plástico
Mancais submetidos a cargas elevadas
Caixas de engrenagens de alta carga nas indústrias de papel, aço, petróleo, têxtil, madeira e cimento
Especificações atendidas
A linha atende aos principais requisitos das especificações DIN 51517 parte 3, classe CLP, ISO 12925-1 categorias CKC e CKD, AGMA 9005-E02, U.S. Steel 224, David Brown S1.53.101 e Cincinnati Machine. A referência de escolha continua sendo o manual do equipamento: é ele que define a especificação e o grau ISO VG do redutor.
Os graus da Linha Turan S
A linha cobre oito graus, do ISO VG 32 ao 1000: Turan S 32 · 68 · 150 · 220 · 320 · 460 · 680 · 1000
Uma variante colorida completa a linha:
Turan S 150 GREEN. O grau 150 em versão verde. A coloração facilita a identificação visual de vazamento e a distinção entre sistemas em plantas com mais de um lubrificante em uso.
Entre em contato com o time técnico e solicite o Boletim Técnico do grau especificado para o seu equipamento.
Troca de mineral para sintético
Na substituição de um óleo mineral pelo Turan S, a caixa de engrenagens deve ser previamente drenada e limpa. Resíduo da carga anterior compromete o desempenho da carga nova e confunde a leitura de qualquer análise posterior. Em caso de dúvida sobre o procedimento para um equipamento específico, o time técnico orienta antes da troca.
Turan S ou Turan EP
As duas linhas atendem à classe CLP da DIN 51517 parte 3. A diferença está na base.
Linha Turan EP, mineral. Para redutores industriais em temperatura e carga normais. Quando o manual do equipamento não exige base sintética, é a especificação de partida. https://kelpenoil.com/produtos/industrial/maquinas-e-equipamentos/redutores-industriais/linha-turan-ep
Linha Turan S, sintética. Para serviço severo: temperatura de operação elevada, carga de choque, partida em ambiente frio, equipamento de difícil acesso para troca ou operação que exige intervalo estendido entre cargas. Turbina eólica reúne várias dessas condições ao mesmo tempo, e por isso costuma ser especificada em base sintética.
O manual do equipamento e a condição de operação definem a escolha.
Controle de qualidade: laboratório próprio
Todo lote da Linha Turan S é ensaiado no laboratório da Kelpen Oil em Arujá (SP): cor pela NBR 14483, viscosidade cinemática a 40 °C e a 100 °C pela ASTM D445 e NBR 10441, índice de viscosidade pela ASTM D2270 e NBR 14358, densidade pela NBR 7148, ponto de fulgor pela NBR 11341 e ponto de fluidez pela NBR 11349.
O mesmo laboratório analisa o óleo de engrenagem em uso na sua planta, de qualquer fabricante. Para redutor com carga sintética, a análise é o que responde se o intervalo estendido está de fato sendo cumprido com segurança ou se a troca já venceu.
Perguntas frequentes
O que é óleo de engrenagem PAO?
PAO é a sigla de polialfaolefina, a base sintética que a API classifica como Grupo IV. Comparada à base mineral, oxida mais devagar, varia menos de viscosidade com a temperatura e mantém fluidez em baixa temperatura. A Linha Turan S é formulada com bases PAO do Grupo IV complementadas por base de Grupo V.
O que significa CLP no óleo de engrenagem?
CLP é a classe da DIN 51517 parte 3 para óleos de engrenagem com aditivação de extrema pressão e proteção contra desgaste, corrosão e oxidação. É a especificação mínima que a maioria dos manuais de redutor industrial exige, e a Linha Turan S a atende em base sintética.
Qual a diferença entre óleo de engrenagem mineral e sintético?
A base. O mineral atende à mesma classe CLP com custo menor e resolve a maioria dos redutores em condição normal. O sintético dos Grupos IV e V resiste mais à oxidação, varia menos com a temperatura e mantém fluidez no frio, o que estende o intervalo de troca em serviço severo.
Posso trocar o óleo mineral do redutor por sintético?
Pode, desde que a caixa seja drenada e limpa antes da carga nova. Misturar as duas químicas ou carregar resíduo da carga mineral compromete o desempenho do sintético.
Qual óleo usar em redutor de turbina eólica?
O grau e a especificação definidos pelo fabricante do redutor, tipicamente em base sintética pela dificuldade de acesso para troca e pela exposição ao frio. A Linha Turan S é indicada para operação em turbinas eólicas, com ponto de fluidez especificado em 30 °C negativos no máximo.
Quanto tempo dura o óleo sintético no redutor?
Depende de carga, temperatura e contaminação, e por isso a resposta confiável vem da análise periódica do óleo em uso, não de um número de tabela. Viscosidade, acidez e desgaste medidos em laboratório dizem se a carga segue dentro da especificação.
O que é AGMA 9005-E02?
É a norma da American Gear Manufacturers Association que especifica lubrificantes para engrenagens industriais fechadas, incluindo os graus EP. Manuais de redutor de origem americana costumam especificar por grau AGMA em vez de ISO VG, e a Linha Turan S atende aos requisitos da norma.
Fale com a equipe técnica
Quer saber se a carga do seu redutor ainda protege a engrenagem antes de decidir a troca? O laboratório da Kelpen Oil analisa o óleo em uso, de qualquer fabricante. É um serviço pago, com laudo objetivo.
Para análise, Boletim Técnico de um grau específico ou cotação, chame no WhatsApp ou envie sua solicitação pelo formulário de contato. O atendimento é roteado por departamento, então a sua mensagem cai direto no time certo.
A Kelpen Oil atende a indústria em todo o Brasil, com envase sob demanda, do balde ao granel. Lubrificantes industriais desde 1999.
Para projetos em avaliação, a visita técnica à fábrica e ao laboratório em Arujá (SP) é a forma mais direta de ver o parque analítico que sustenta cada laudo emitido. As visitas são agendadas com o time comercial.
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