Kelpen Oil
Linha HBP-B

Linha HBP-B

Branco grau técnico · agrícola · isoparafina

Óleos básicos minerais brancos de grau técnico, com cor baixa e odor reduzido, aplicados na indústria têxtil, em fluidos de corte leve, na produção de vaselina, como óleo mineral agrícola para pulverização e como insumo na formulação de defensivos.

Disponível em:

20L200L1000LGranel

Sobre o produto

Detalhes técnicos e aplicações

Descrição completa

A Linha HBP-B reúne os óleos minerais brancos de grau técnico e especiais da Kelpen Oil: bases parafínicas de refino avançado, caracterizadas por cor muito baixa, odor reduzido e alto grau de pureza. São aplicadas na indústria têxtil, em fluidos de corte leve, na produção de vaselina, na pulverização agrícola e como insumo na formulação de defensivos. Cada lote é analisado no laboratório próprio da Kelpen Oil em Arujá (SP), com laudo técnico acompanhando a entrega.

O que é um óleo mineral branco

Óleo mineral branco é o óleo básico parafínico submetido a refino avançado até que praticamente todo composto aromático, sulfurado e nitrogenado seja eliminado. O que sobra é uma base quimicamente inerte, incolor e sem odor perceptível.

Essa neutralidade é o produto em si. Em boa parte das aplicações, o óleo branco não é escolhido pelo que ele faz, e sim pelo que ele não faz: não mancha o tecido, não deixa odor no ambiente, não amarela com o tempo, não reage com o que está ao redor.

Os óleos brancos se organizam em graus, definidos pelo nível de pureza e pela regulamentação que atendem. A Linha HBP-B é composta por grau técnico, a classificação destinada a usos industriais. Aplicações farmacêuticas, cosméticas e alimentícias exigem graus com requisitos regulatórios próprios, que devem ser confirmados com o time técnico antes da especificação.

Onde a cor e o odor decidem a compra

Três setores compram óleo branco pela mesma razão, formulada de maneiras diferentes.

Na indústria têxtil, o óleo entra em contato com o fio e com o tecido ao longo de todo o processo. Um óleo com cor deixa mancha, e mancha em tecido é peça descartada, não peça retrabalhada. É por isso que a cor verificada lote a lote deixa de ser detalhe de especificação e vira controle de perda.

Na produção de vaselina e em fluidos de corte leve, a exigência é o odor e a neutralidade química: o produto final entra em contato com pele, com peça acabada ou com ambiente fechado, onde odor residual é reclamação.

Na pulverização agrícola, o óleo precisa se distribuir na folha sem provocar fitotoxicidade, o que depende diretamente da ausência de compostos aromáticos.

O denominador comum é que, nas três, o que se paga é a pureza. E pureza é uma propriedade que só existe se for medida.

Óleo mineral agrícola

Uso como adjuvante de pulverização e insumo de formulação.

Na aplicação agrícola, o óleo mineral cumpre duas funções distintas.

Como adjuvante de pulverização, ele altera o comportamento da calda na folha: reduz a tensão superficial, melhora o espalhamento e a aderência da gota e retarda a evaporação, o que amplia a janela de absorção do princípio ativo. O resultado prático é mais produto chegando ao alvo e menos perda por deriva e evaporação.

Como insumo de formulação, entra na composição de defensivos como veículo e carreador do princípio ativo.

Nas duas funções, a exigência é a mesma: baixo teor de aromáticos, para evitar fitotoxicidade na cultura, e consistência entre lotes, para que o comportamento da calda não mude de safra para safra. Na Linha HBP-B, o HBP-B atende essa aplicação.

Os produtos da linha

HBP-B O óleo branco de grau técnico da linha. Base parafínica de cor baixa, com aplicação em óleo têxtil, fluidos de corte leve, produção de vaselina, pulverização agrícola e formulação de defensivos. É o produto que responde pela maior parte dos usos da linha.

HBP-4 IP A isoparafina da linha. Base de moléculas parafínicas ramificadas, com baixo aroma e odor, indicada para adesivos, laminação de alumínio, desengraxantes e tintas. A estrutura isoparafínica entrega evaporação controlada e ausência de odor residual, o que a torna a escolha em processos que não toleram cheiro remanescente no produto acabado.

A especificação de cada produto vai no boletim técnico, enviado pelo time comercial.

Onde a Linha HBP-B é usada

  • Indústria têxtil, em processos que exigem óleo de cor baixa para evitar mancha no fio e no tecido

  • Fluidos de corte leve

  • Produção de vaselina de grau técnico

  • Pulverização agrícola, como adjuvante de calda

  • Formulação de defensivos agrícolas, como veículo do princípio ativo

  • Adesivos, laminação de alumínio, desengraxantes e tintas, com a isoparafina da linha

Quando o branco não é a resposta

Óleo branco é a base indicada quando a exigência é cor, odor e neutralidade química. Quando a exigência muda, a base muda:

Linha HBP, parafínica Grupo I. Para formulação de lubrificantes em geral, quando cor e odor não são requisito e o que importa é a estabilidade e o índice de viscosidade. https://kelpenoil.com/produtos/base-oil/industrias-quimicas-e-produtores-de-lubrificantes/base-parafinica/linha-hbp

Linha HBN, naftênica. Para plastificação de borracha clara, compressores alternativos e compostos que exigem solvência com estabilidade de cor.
https://kelpenoil.com/produtos/base-oil/industrias-quimicas-e-produtores-de-lubrificantes/base-naftenica/linha-hbn

Linha HBP I, Grupo II. Quando a formulação exige estabilidade oxidativa e baixo enxofre. Nessa linha está o HBP-40 I, em conformidade com a FDA 21 CFR 178.3620(c), para aplicações com contato indireto com alimento.
https://kelpenoil.com/produtos/base-oil/industrias-quimicas-e-produtores-de-lubrificantes/grupo-ii/linha-hbp-i

Controle de qualidade: laboratório próprio

Todo lote da Linha HBP-B é analisado no laboratório da Kelpen Oil em Arujá (SP). Em óleo branco, o ensaio determinante é a cor, avaliada tanto pela escala Saybolt, conforme a ASTM D1209, quanto pela escala ASTM, conforme a NBR 14483. Somam-se a composição de carbonos CA, CN e CP pelas normas ASTM D2140 e ASTM D3238, que confirma o baixo teor de aromáticos, a viscosidade cinemática pela ASTM D7042, o índice de viscosidade pela NBR 14358 e o ponto de fulgor pela NBR 11341.

São seis dos mais de 25 ensaios do parque analítico, que inclui ainda espectrometria ICP pela NBR 14786, que quantifica metais e contaminantes em ppm, análise por infravermelho pela ASTM E2412, fluorescência de raios X pela ASTM D6481 e ponto de fluidez pela NBR 11349. O laudo técnico acompanha cada lote.

Em óleo branco, esse é o ponto que importa mais que em qualquer outra base: a cor e o teor de aromáticos são exatamente o que o cliente está comprando. Um lote fora de cor não é um lote com desempenho menor, é um lote que mancha o tecido ou compromete a cultura. Verificação lote a lote não é diferencial aqui, é requisito.

Perguntas frequentes

O que é óleo mineral branco? É o óleo básico parafínico submetido a refino avançado, com remoção praticamente completa de compostos aromáticos, sulfurados e nitrogenados. O resultado é uma base quimicamente inerte, incolor e sem odor perceptível, usada em aplicações em que a neutralidade é o requisito.

O que é óleo mineral branco de grau técnico? É a classificação destinada a usos industriais, como têxtil, fluidos de corte leve, vaselina técnica, agrícola e processos químicos. Aplicações farmacêuticas, cosméticas e alimentícias exigem graus com requisitos regulatórios próprios, que devem ser confirmados antes da especificação.

Para que serve o óleo mineral agrícola? Como adjuvante de pulverização, melhorando o espalhamento e a aderência da calda na folha e retardando a evaporação, o que amplia a janela de absorção do princípio ativo. E como veículo na formulação de defensivos. Nas duas funções, o baixo teor de aromáticos é o que evita fitotoxicidade.

Por que a indústria têxtil usa óleo branco? Porque o óleo entra em contato direto com o fio e com o tecido ao longo do processo, e um óleo com cor deixa mancha. Peça manchada é peça descartada, não retrabalhada, o que faz da cor do óleo um controle de perda e não apenas um item de especificação.

O que é isoparafina? É a base composta por moléculas parafínicas ramificadas, com baixo aroma e odor e evaporação controlada. É usada em adesivos, laminação de alumínio, desengraxantes e tintas, em processos que não toleram odor residual no produto acabado.

Qual a diferença entre óleo branco e óleo básico parafínico comum? O grau de refino. Os dois partem da mesma natureza parafínica, mas o óleo branco passa por processo adicional até a remoção praticamente completa de aromáticos e compostos de enxofre, o que elimina cor e odor. Essa pureza é o que define seu uso.

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Para receber o boletim da Linha HBP-B, avaliar amostra ou confirmar se o grau técnico atende ao requisito regulatório da sua aplicação, chame no WhatsApp pelo botão desta página ou envie sua solicitação pelo formulário de contato. O atendimento é roteado por departamento, então a sua mensagem cai direto no time certo.

A Kelpen Oil atende indústrias, formuladores e blenders em todo o Brasil, com envase sob demanda, do contêiner ao granel, e laudo técnico acompanhando cada lote. Referência em Base Oil no Brasil desde 1999.

Para projetos em avaliação, a visita técnica à fábrica e ao laboratório em Arujá (SP) é a forma mais direta de ver o parque analítico que sustenta cada laudo emitido. As visitas são agendadas caso a caso com o time comercial.

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