Linha HBP-B
Branco grau técnico · agrícola · isoparafina
Óleos básicos minerais brancos de grau técnico, com cor baixa e odor reduzido, aplicados na indústria têxtil, em fluidos de corte leve, na produção de vaselina, como óleo mineral agrícola para pulverização e como insumo na formulação de defensivos.
Disponível em:
Propriedades
Proteção
Anti-desgaste
Térmica
Alta estabilidade
Composição
Base
Aditivos
Inibidores
Anti-espuma
Linha HBP-B
Branco grau técnico · agrícola · isoparafina
Óleos básicos minerais brancos de grau técnico, com cor baixa e odor reduzido, aplicados na indústria têxtil, em fluidos de corte leve, na produção de vaselina, como óleo mineral agrícola para pulverização e como insumo na formulação de defensivos.
Disponível em:
Sobre o produto
Detalhes técnicos e aplicações
Descrição completa
A Linha HBP-B reúne os óleos minerais brancos de grau técnico e especiais da Kelpen Oil: bases parafínicas de refino avançado, caracterizadas por cor muito baixa, odor reduzido e alto grau de pureza. São aplicadas na indústria têxtil, em fluidos de corte leve, na produção de vaselina, na pulverização agrícola e como insumo na formulação de defensivos. Cada lote é analisado no laboratório próprio da Kelpen Oil em Arujá (SP), com laudo técnico acompanhando a entrega.
O que é um óleo mineral branco
Óleo mineral branco é o óleo básico parafínico submetido a refino avançado até que praticamente todo composto aromático, sulfurado e nitrogenado seja eliminado. O que sobra é uma base quimicamente inerte, incolor e sem odor perceptível.
Essa neutralidade é o produto em si. Em boa parte das aplicações, o óleo branco não é escolhido pelo que ele faz, e sim pelo que ele não faz: não mancha o tecido, não deixa odor no ambiente, não amarela com o tempo, não reage com o que está ao redor.
Os óleos brancos se organizam em graus, definidos pelo nível de pureza e pela regulamentação que atendem. A Linha HBP-B é composta por grau técnico, a classificação destinada a usos industriais. Aplicações farmacêuticas, cosméticas e alimentícias exigem graus com requisitos regulatórios próprios, que devem ser confirmados com o time técnico antes da especificação.
Onde a cor e o odor decidem a compra
Três setores compram óleo branco pela mesma razão, formulada de maneiras diferentes.
Na indústria têxtil, o óleo entra em contato com o fio e com o tecido ao longo de todo o processo. Um óleo com cor deixa mancha, e mancha em tecido é peça descartada, não peça retrabalhada. É por isso que a cor verificada lote a lote deixa de ser detalhe de especificação e vira controle de perda.
Na produção de vaselina e em fluidos de corte leve, a exigência é o odor e a neutralidade química: o produto final entra em contato com pele, com peça acabada ou com ambiente fechado, onde odor residual é reclamação.
Na pulverização agrícola, o óleo precisa se distribuir na folha sem provocar fitotoxicidade, o que depende diretamente da ausência de compostos aromáticos.
O denominador comum é que, nas três, o que se paga é a pureza. E pureza é uma propriedade que só existe se for medida.
Óleo mineral agrícola
Uso como adjuvante de pulverização e insumo de formulação.
Na aplicação agrícola, o óleo mineral cumpre duas funções distintas.
Como adjuvante de pulverização, ele altera o comportamento da calda na folha: reduz a tensão superficial, melhora o espalhamento e a aderência da gota e retarda a evaporação, o que amplia a janela de absorção do princípio ativo. O resultado prático é mais produto chegando ao alvo e menos perda por deriva e evaporação.
Como insumo de formulação, entra na composição de defensivos como veículo e carreador do princípio ativo.
Nas duas funções, a exigência é a mesma: baixo teor de aromáticos, para evitar fitotoxicidade na cultura, e consistência entre lotes, para que o comportamento da calda não mude de safra para safra. Na Linha HBP-B, o HBP-B atende essa aplicação.
Os produtos da linha
HBP-B O óleo branco de grau técnico da linha. Base parafínica de cor baixa, com aplicação em óleo têxtil, fluidos de corte leve, produção de vaselina, pulverização agrícola e formulação de defensivos. É o produto que responde pela maior parte dos usos da linha.
HBP-4 IP A isoparafina da linha. Base de moléculas parafínicas ramificadas, com baixo aroma e odor, indicada para adesivos, laminação de alumínio, desengraxantes e tintas. A estrutura isoparafínica entrega evaporação controlada e ausência de odor residual, o que a torna a escolha em processos que não toleram cheiro remanescente no produto acabado.
A especificação de cada produto vai no boletim técnico, enviado pelo time comercial.
Onde a Linha HBP-B é usada
Indústria têxtil, em processos que exigem óleo de cor baixa para evitar mancha no fio e no tecido
Fluidos de corte leve
Produção de vaselina de grau técnico
Pulverização agrícola, como adjuvante de calda
Formulação de defensivos agrícolas, como veículo do princípio ativo
Adesivos, laminação de alumínio, desengraxantes e tintas, com a isoparafina da linha
Quando o branco não é a resposta
Óleo branco é a base indicada quando a exigência é cor, odor e neutralidade química. Quando a exigência muda, a base muda:
Linha HBP, parafínica Grupo I. Para formulação de lubrificantes em geral, quando cor e odor não são requisito e o que importa é a estabilidade e o índice de viscosidade. https://kelpenoil.com/produtos/base-oil/industrias-quimicas-e-produtores-de-lubrificantes/base-parafinica/linha-hbp
Linha HBN, naftênica. Para plastificação de borracha clara, compressores alternativos e compostos que exigem solvência com estabilidade de cor.
https://kelpenoil.com/produtos/base-oil/industrias-quimicas-e-produtores-de-lubrificantes/base-naftenica/linha-hbn
Linha HBP I, Grupo II. Quando a formulação exige estabilidade oxidativa e baixo enxofre. Nessa linha está o HBP-40 I, em conformidade com a FDA 21 CFR 178.3620(c), para aplicações com contato indireto com alimento.
https://kelpenoil.com/produtos/base-oil/industrias-quimicas-e-produtores-de-lubrificantes/grupo-ii/linha-hbp-i
Controle de qualidade: laboratório próprio
Todo lote da Linha HBP-B é analisado no laboratório da Kelpen Oil em Arujá (SP). Em óleo branco, o ensaio determinante é a cor, avaliada tanto pela escala Saybolt, conforme a ASTM D1209, quanto pela escala ASTM, conforme a NBR 14483. Somam-se a composição de carbonos CA, CN e CP pelas normas ASTM D2140 e ASTM D3238, que confirma o baixo teor de aromáticos, a viscosidade cinemática pela ASTM D7042, o índice de viscosidade pela NBR 14358 e o ponto de fulgor pela NBR 11341.
São seis dos mais de 25 ensaios do parque analítico, que inclui ainda espectrometria ICP pela NBR 14786, que quantifica metais e contaminantes em ppm, análise por infravermelho pela ASTM E2412, fluorescência de raios X pela ASTM D6481 e ponto de fluidez pela NBR 11349. O laudo técnico acompanha cada lote.
Em óleo branco, esse é o ponto que importa mais que em qualquer outra base: a cor e o teor de aromáticos são exatamente o que o cliente está comprando. Um lote fora de cor não é um lote com desempenho menor, é um lote que mancha o tecido ou compromete a cultura. Verificação lote a lote não é diferencial aqui, é requisito.
Perguntas frequentes
O que é óleo mineral branco? É o óleo básico parafínico submetido a refino avançado, com remoção praticamente completa de compostos aromáticos, sulfurados e nitrogenados. O resultado é uma base quimicamente inerte, incolor e sem odor perceptível, usada em aplicações em que a neutralidade é o requisito.
O que é óleo mineral branco de grau técnico? É a classificação destinada a usos industriais, como têxtil, fluidos de corte leve, vaselina técnica, agrícola e processos químicos. Aplicações farmacêuticas, cosméticas e alimentícias exigem graus com requisitos regulatórios próprios, que devem ser confirmados antes da especificação.
Para que serve o óleo mineral agrícola? Como adjuvante de pulverização, melhorando o espalhamento e a aderência da calda na folha e retardando a evaporação, o que amplia a janela de absorção do princípio ativo. E como veículo na formulação de defensivos. Nas duas funções, o baixo teor de aromáticos é o que evita fitotoxicidade.
Por que a indústria têxtil usa óleo branco? Porque o óleo entra em contato direto com o fio e com o tecido ao longo do processo, e um óleo com cor deixa mancha. Peça manchada é peça descartada, não retrabalhada, o que faz da cor do óleo um controle de perda e não apenas um item de especificação.
O que é isoparafina? É a base composta por moléculas parafínicas ramificadas, com baixo aroma e odor e evaporação controlada. É usada em adesivos, laminação de alumínio, desengraxantes e tintas, em processos que não toleram odor residual no produto acabado.
Qual a diferença entre óleo branco e óleo básico parafínico comum? O grau de refino. Os dois partem da mesma natureza parafínica, mas o óleo branco passa por processo adicional até a remoção praticamente completa de aromáticos e compostos de enxofre, o que elimina cor e odor. Essa pureza é o que define seu uso.
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A Kelpen Oil atende indústrias, formuladores e blenders em todo o Brasil, com envase sob demanda, do contêiner ao granel, e laudo técnico acompanhando cada lote. Referência em Base Oil no Brasil desde 1999.
Para projetos em avaliação, a visita técnica à fábrica e ao laboratório em Arujá (SP) é a forma mais direta de ver o parque analítico que sustenta cada laudo emitido. As visitas são agendadas caso a caso com o time comercial.
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