Kelpen Oil
CompStar S

CompStar S

ISO VG 46 · sintético PAO

Lubrificante 100% sintético de base PAO para compressores rotativos de parafuso que operam em temperaturas de até 120 °C, com frequência de troca a cada 8.000 horas de uso. Atende às normas DIN 51506 (VBL, VCL, VDL), DIN 51503-1 (KAA, KE) e ISO/DP 6521 (DAA, DAB, DAH, DAG).

Disponível em:

20L200L1000LGranel

Sobre o produto

Detalhes técnicos e aplicações

Descrição completa

O CompStar S é o lubrificante sintético da Kelpen Oil para compressores de ar de parafuso, elaborado com óleos sintéticos PAO (polialfaolefinas) e aditivos melhoradores de desempenho. É indicado para compressores rotativos de parafuso que operam em temperaturas de até 120 °C, com frequência de troca a cada 8.000 horas de uso.

Por que o compressor de parafuso cobra estabilidade térmica

No compressor de parafuso lubrificado, o óleo é injetado na câmara de compressão: sela os rotores, lubrifica os mancais e carrega o calor da compressão, em contato direto com ar quente e sob pressão, ciclo após ciclo. Nenhuma outra aplicação industrial expõe o óleo a condição tão favorável à oxidação por tanto tempo.

O produto da oxidação é o verniz: depósito que se forma no elemento separador de ar e óleo, nas válvulas e nos mancais. Verniz no separador aumenta a pressão diferencial, e pressão diferencial é energia elétrica paga a mais em cada hora de operação, além do arraste de óleo para a linha de ar.

A base PAO do CompStar S resiste à oxidação pela estabilidade térmica da própria molécula, e é essa resistência que sustenta o intervalo de 8.000 horas na temperatura de até 120 °C. A demulsibilidade completa a formulação: o condensado que se forma no reservatório se separa do óleo em vez de emulsionar, e é drenado.

Onde o CompStar S é usado

  • Compressores rotativos de parafuso que operam em temperaturas de até 120 °C

  • Operações com frequência de troca a cada 8.000 horas de uso

Normas atendidas

O CompStar S atende às seguintes normas para óleos de compressor: DIN 51506, classes VBL, VCL e VDL, DIN 51503-1, classes KAA e KE, e ISO/DP 6521, categorias DAA, DAB, DAH e DAG. O manual do compressor define a classe e o grau de viscosidade exigidos.

Qual CompStar escolher

A linha cobre três níveis, e a diferença está na base e no intervalo de troca declarado.

CompStar S, sintético PAO. Troca a cada 8.000 horas, para compressores de parafuso operando em até 120 °C. É o topo da linha, para o compressor que roda em regime contínuo e quente.

CompStar SS, semissintético. Troca a cada 4.000 horas, para compressores alternativos ou de parafuso. Declarado compatível com lubrificantes minerais, o que simplifica a transição de uma carga mineral.
https://kelpenoil.com/produtos/industrial/maquinas-e-equipamentos/compressores/compstar-ss

CompStar, mineral. Nos graus ISO VG 100 e 150, para compressores rotativos ou alternativos de ar e outros gases em serviço convencional.
https://kelpenoil.com/produtos/industrial/maquinas-e-equipamentos/compressores/compstar

O critério é o regime do compressor: horas de operação por dia e temperatura. O compressor que roda poucas horas em ambiente frio não precisa do sintético; o que roda 24 horas quente, sim.

Controle de qualidade: laboratório próprio

Todo lote do CompStar S é ensaiado no laboratório da Kelpen Oil em Arujá (SP): cor pela ASTM D1500, viscosidade cinemática a 40 °C e a 100 °C pela ASTM D7042 e NBR 10441, índice de viscosidade pela ASTM D2270 e NBR 14358, ponto de fulgor pela NBR 11341, densidade pela NBR 7148, demulsibilidade pela ASTM D1401 e NBR 14172 e características espumantes pela ASTM D892, nas três sequências.

O mesmo laboratório analisa o óleo em uso no seu compressor, de qualquer fabricante. Para quem opera com intervalo estendido, a análise periódica é o que confirma que a carga chega às 8.000 horas dentro da especificação.

Perguntas frequentes

Quantas horas dura o óleo do compressor de parafuso?
Depende da base do óleo e do regime do compressor. O CompStar S, sintético PAO, é especificado para troca a cada 8.000 horas em operação de até 120 °C. A análise periódica do óleo em uso confirma a condição real da carga ao longo do intervalo.

O que é óleo PAO para compressor?
PAO é a polialfaolefina, base sintética do Grupo IV da API. No compressor, a estabilidade térmica da PAO retarda a oxidação e a formação de verniz, o que sustenta intervalos de troca longos em operação quente e contínua.

O que é verniz no compressor de parafuso?
É o depósito formado pela oxidação do óleo sob temperatura, que adere ao elemento separador, às válvulas e aos mancais. No separador, o verniz aumenta a pressão diferencial e o consumo de energia. A resistência à oxidação do óleo é a defesa, e a análise do óleo em uso detecta a degradação antes do depósito.

O que significa VDL na DIN 51506?
A DIN 51506 classifica óleos para compressores de ar, e VDL é a classe para as condições mais severas de temperatura de compressão, com requisitos mais exigentes de resíduo de carbono e envelhecimento. O CompStar S atende às classes VBL, VCL e VDL.

Posso trocar o óleo mineral do compressor pelo CompStar S?
Pode, com a transição orientada: resíduo da carga mineral compromete o desempenho e a leitura das análises da carga sintética. O time técnico orienta o procedimento para o modelo do compressor. Para transição simplificada, o CompStar SS semissintético é declarado compatível com lubrificantes minerais.

Por que sai água no dreno do compressor?
É o condensado: o ar comprimido concentra a umidade aspirada, que condensa no reservatório. O ponto não é impedir, é garantir que a água se separe do óleo para ser drenada, e é isso que a demulsibilidade do CompStar S entrega, ensaiada em cada lote pela ASTM D1401.

Fale com a equipe técnica

Quer saber se a carga do seu compressor chega ao fim do intervalo dentro da especificação? O laboratório da Kelpen Oil analisa o óleo em uso, de qualquer fabricante.

Para análise, Boletim Técnico ou cotação, chame no WhatsApp pelo botão desta página ou envie sua solicitação pelo formulário de contato. O atendimento é roteado por departamento, então a sua mensagem cai direto no time certo.

A Kelpen Oil atende a indústria em todo o Brasil, com envase sob demanda, do balde ao granel. Lubrificantes industriais desde 1999.

Para projetos em avaliação, a visita técnica à fábrica e ao laboratório em Arujá (SP) é a forma mais direta de ver o parque analítico que sustenta cada laudo emitido. As visitas são agendadas caso a caso com o time comercial.

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