Linha HPN
Base mista · blends para elastômeros
Blends especiais de óleos básicos de primeiro refino, com perfil de carbonos intermediário entre parafínico e naftênico. São a base para compostos de elastômeros e pneus que exigem equilíbrio entre solvência e estabilidade, com composição verificada lote a lote.
Disponível em:
Propriedades
Proteção
Anti-desgaste
Térmica
Alta estabilidade
Composição
Base
Aditivos
Inibidores
Anti-espuma
Linha HPN
Base mista · blends para elastômeros
Blends especiais de óleos básicos de primeiro refino, com perfil de carbonos intermediário entre parafínico e naftênico. São a base para compostos de elastômeros e pneus que exigem equilíbrio entre solvência e estabilidade, com composição verificada lote a lote.
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Sobre o produto
Detalhes técnicos e aplicações
Descrição completa
A Linha HPN reúne os blends de óleos básicos de base mista da Kelpen Oil, produzidos a partir de básicos de primeiro refino. São bases com perfil de carbonos intermediário entre o parafínico e o naftênico, formuladas para compostos de elastômeros e pneus em que nenhuma base pura entrega, sozinha, o conjunto de propriedades que a formulação exige. Cada lote é analisado no laboratório próprio da Kelpen Oil em Arujá (SP), com laudo técnico acompanhando a entrega.
O que é uma base mista
Todo óleo básico mineral é uma mistura de três tipos de estrutura de carbono, em proporções diferentes: parafínica, naftênica e aromática. O que chamamos de "base parafínica" é a base em que o carbono parafínico predomina, e o mesmo vale para as demais.
Essas proporções são medidas e expressas como CA, CN e CP: percentual de carbono aromático, naftênico e parafínico. É esse conjunto de três números que determina como o óleo vai se comportar dentro de um composto de borracha, mais do que a viscosidade.
Uma base mista é aquela cujas proporções foram ajustadas deliberadamente, por blend, para ficar entre os perfis puros. Não é uma base que ficou no meio por acaso: é uma base construída para um alvo de composição.
Por que um blend, e não uma base pura
Em composto de borracha, a escolha da base costuma ser apresentada como uma decisão entre três caminhos. Na prática, cada um resolve uma parte e abre mão de outra.
A base parafínica entrega estabilidade térmica e oxidativa e alto índice de viscosidade, mas tem menor afinidade com o elastômero, o que limita a incorporação e pode favorecer a migração no composto curado.
A base naftênica entrega solvência e afinidade, além de ponto de fluidez baixo, mas com índice de viscosidade menor e estabilidade oxidativa inferior.
A base aromática entrega o maior poder de intumescimento, mas escurece o composto, o que a exclui de qualquer formulação de coloração clara.
Há compostos cujo requisito cai exatamente entre esses perfis: precisam de mais afinidade do que a parafínica oferece, sem abrir mão da estabilidade que a naftênica não sustenta. É essa a lacuna que a base mista ocupa, e é por isso que ela se especifica pelo perfil de carbonos, não pelo nome da base.
O que separa um blend especificado de uma mistura
Aqui está a diferença que decide se um blend funciona ou não na produção.
Um blend só é útil ao formulador se ele se repetir. Um composto de borracha é ajustado em cima do comportamento de uma base específica, e se a proporção de carbono aromático e naftênico variar de uma carga para a outra, o composto muda: a incorporação muda, a dureza final muda, a tendência a migração muda. O formulador então reajusta a receita, e o ganho do blend se perde no retrabalho.
O que torna um blend confiável não é a fórmula da mistura, e sim a verificação da composição em cada lote. Na Linha HPN, a composição de carbonos CA, CN e CP é determinada em laboratório próprio, lote a lote, pelas normas ASTM D2140 e ASTM D3238, e o resultado acompanha a entrega.
Blend sem controle de composição é aposta. Com laudo, é especificação.
Os produtos da linha
HPN-BRESHINE Blend de viscosidade intermediária. Base mista para compostos de elastômeros e pneus na faixa de viscosidade média, onde a formulação pede afinidade com o polímero sem abrir mão do caráter parafínico predominante.
HPN-400 C Blend de alta viscosidade. Base mista para compostos de elastômeros e pneus que exigem um plastificante pesado, com perfil de carbonos deslocado na direção naftênica em relação ao grau intermediário.
A composição de carbonos e a especificação de cada blend vão no boletim técnico, enviado pelo time comercial.
Onde a Linha HPN é usada
Compostos de elastômeros que exigem equilíbrio entre afinidade com o polímero e estabilidade
Produção de pneus e artefatos de borracha
Formulações em que a base pura, parafínica ou naftênica, não atende sozinha ao conjunto de requisitos
Compostos em que a repetibilidade lote a lote da base é condição para manter a receita estável
Qual base escolher para o seu composto
A decisão se faz pelo elastômero, pela cor exigida e pelo comportamento pretendido no composto curado:
Linha HPN, base mista. Quando o requisito fica entre os perfis puros e a formulação precisa de um alvo de composição de carbonos definido.
https://kelpenoil.com/produtos/base-oil/industrias-quimicas-e-produtores-de-lubrificantes/blends-especiais/linha-hpn
Linha HBN, naftênica. Solvência, ponto de fluidez baixo e estabilidade de cor. A base clássica para borracha clara.
https://kelpenoil.com/produtos/base-oil/industrias-quimicas-e-produtores-de-lubrificantes/base-naftenica/linha-hbn
HBA, aromática. Poder de intumescimento elevado, para extensão e plastificação de borrachas escuras, SBR e BR. Para compostos destinados ao mercado europeu, o grau indicado é o HBA-40, óleo TDAE.
https://kelpenoil.com/produtos/base-oil/pneus-e-artefatos-de-borracha/oleos-de-processo-plastificantes-e-extensores/hba
Linha HBP, parafínica. Estabilidade térmica e oxidativa e alto índice de viscosidade, com destaque para a compatibilidade com EPDM.
https://kelpenoil.com/produtos/base-oil/industrias-quimicas-e-produtores-de-lubrificantes/base-parafinica/linha-hbp
Controle de qualidade: laboratório próprio
Todo lote da Linha HPN é analisado no laboratório da Kelpen Oil em Arujá (SP). Em blends de base mista, o ensaio determinante é a composição de carbonos CA, CN e CP, determinada pelas normas ASTM D2140 e ASTM D3238, porque é ela que define o perfil da base e, portanto, o comportamento no composto. Somam-se o ponto de anilina pela ASTM D611, que traduz o poder de solvência, a viscosidade cinemática a 40 °C e a 100 °C pela ASTM D7042, o índice de viscosidade pela NBR 14358 e a cor ASTM pela NBR 14483.
São cinco dos mais de 25 ensaios do parque analítico, que inclui ainda espectrometria ICP pela NBR 14786, análise por infravermelho pela ASTM E2412, fluorescência de raios X pela ASTM D6481, ponto de fulgor pela NBR 11341 e ponto de fluidez pela NBR 11349. O laudo técnico acompanha cada lote.
Em base mista, a verificação da composição é o produto. Sem ela, o formulador não tem como saber se a carga que chegou é a mesma que ele usou para ajustar a receita.
Perguntas frequentes
O que é óleo básico de base mista? É o óleo básico cujas proporções de carbono parafínico, naftênico e aromático foram ajustadas por blend para ficar entre os perfis puros. É especificado pela composição de carbonos, expressa como CA, CN e CP, e não apenas pela viscosidade.
O que significam CA, CN e CP? São os percentuais de carbono aromático, naftênico e parafínico presentes no óleo. Esse conjunto de três números define o caráter da base e é o que determina como ela se comporta dentro de um composto de borracha. São determinados pelas normas ASTM D2140 e ASTM D3238.
Quando um blend supera a base pura? Quando o composto exige propriedades que nenhuma base pura entrega junto, como afinidade com o polímero somada a estabilidade. Se a base pura atende ao requisito, o blend não se justifica: ele existe para a lacuna entre os perfis.
Como garantir que o blend se repete de um lote para outro? Pela verificação da composição de carbonos em cada lote. É o único controle que confirma que a base recebida tem o mesmo perfil da anterior. Sem esse laudo, a variação só aparece na produção, quando o composto já mudou de comportamento.
Qual a diferença entre base mista e base naftênica? O caráter predominante. Na naftênica, o carbono naftênico predomina e entrega solvência e ponto de fluidez baixo. Na mista, as proporções são ajustadas para um alvo intermediário, tipicamente com o parafínico ainda predominante mas com naftênico suficiente para elevar a afinidade com o polímero.
Qual base usar em composto de borracha clara? A naftênica, que combina afinidade com o elastômero e estabilidade de cor. Bases aromáticas escurecem o composto e ficam fora de formulações claras. A base mista entra quando a formulação precisa de estabilidade parafínica com afinidade acima da que a parafínica pura oferece.
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A Kelpen Oil atende indústrias, formuladores e blenders em todo o Brasil, com envase sob demanda, do contêiner ao granel, e laudo técnico acompanhando cada lote. Referência em Base Oil no Brasil desde 1999.
Para projetos em avaliação, a visita técnica à fábrica e ao laboratório em Arujá (SP) é a forma mais direta de ver o parque analítico que sustenta cada laudo emitido. As visitas são agendadas caso a caso com o time comercial.
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