Keen Fluid 22 I
Plastificante e oxidante · tinta termoplástica
Fluido plastificante e oxidante desenvolvido para a formulação de tintas termoplásticas de sinalização viária. Atua no ajuste da plasticidade da massa e no comportamento durante a aplicação a quente, com consistência entre lotes garantida por laudo técnico.
Disponível em:
Propriedades
Proteção
Anti-desgaste
Térmica
Alta estabilidade
Composição
Base
Aditivos
Inibidores
Anti-espuma
Keen Fluid 22 I
Plastificante e oxidante · tinta termoplástica
Fluido plastificante e oxidante desenvolvido para a formulação de tintas termoplásticas de sinalização viária. Atua no ajuste da plasticidade da massa e no comportamento durante a aplicação a quente, com consistência entre lotes garantida por laudo técnico.
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Sobre o produto
Detalhes técnicos e aplicações
Descrição completa
O Keen Fluid 22 I é o fluido plastificante e oxidante da Kelpen Oil para tintas termoplásticas de demarcação e sinalização viária. Atua no ajuste da plasticidade da massa termoplástica e no comportamento do sistema durante a aplicação a quente, sendo um dos componentes que determinam como a demarcação se comporta na pista depois de aplicada. Cada lote é analisado no laboratório próprio da Kelpen Oil em Arujá (SP), com laudo técnico acompanhando a entrega.
O que é tinta termoplástica de sinalização viária
Tinta termoplástica é o material de demarcação horizontal aplicado a quente, por extrusão ou por aspersão, usado em faixas, símbolos e legendas de rodovias e vias urbanas. Diferentemente da tinta convencional, que seca por evaporação de solvente, o termoplástico é fundido no equipamento, aplicado sobre o pavimento e endurece por resfriamento.
A formulação combina quatro grupos de componentes: a resina, que dá a estrutura; as cargas minerais, que dão corpo e resistência à abrasão; as microesferas de vidro, que fazem a retrorrefletorização à noite; e os plastificantes, que ajustam o comportamento da massa.
É esse último grupo que define se a demarcação vai funcionar. Uma massa rígida demais trinca sob a movimentação do pavimento e se solta em placas. Uma massa mole demais deforma sob o tráfego, perde definição de contorno e retém sujeira. O intervalo entre um extremo e o outro é estreito, e é nele que o plastificante trabalha.
Onde o Keen Fluid 22 I entra na formulação
O Keen Fluid 22 I cumpre duas funções no sistema termoplástico.
Como plastificante, ele ajusta a plasticidade da massa: interfere na viscosidade do material fundido, o que afeta diretamente a aplicabilidade no equipamento e a definição da faixa, e confere ao material aplicado a flexibilidade necessária para acompanhar a movimentação do pavimento sem trincar.
Como oxidante, participa do comportamento do sistema durante o processamento a quente, contribuindo para as características finais do material aplicado.
A dosagem e a interação com o sistema de resina empregado são definidas pelo formulador, e variam conforme a resina, o perfil de carga e o método de aplicação.
Por que a consistência do plastificante decide o resultado
Em tinta termoplástica, a variação do plastificante entre lotes tem consequência imediata e visível.
No equipamento, ela muda a viscosidade da massa fundida, o que altera a vazão, a espessura aplicada e a definição do contorno da faixa. A equipe de aplicação percebe isso como "a tinta está diferente hoje", e compensa ajustando temperatura ou velocidade, o que introduz outra variável.
Na pista, ela muda a durabilidade. Demarcação viária é medida em anos de serviço sob tráfego e intempérie, e o custo de uma faixa que falha antes do prazo não é o custo do material: é a mobilização de equipe, o desvio de tráfego e o contrato de manutenção acionado fora de hora.
É por isso que cada lote de Keen Fluid 22 I sai com laudo técnico do laboratório próprio. O fabricante de tinta recebe o mesmo produto, lote após lote, e não precisa reajustar o processo a cada carga.
Onde o Keen Fluid 22 I é usado
Formulação de tintas termoplásticas para demarcação viária, aplicadas por extrusão ou por aspersão
Massas termoplásticas para faixas, símbolos, legendas e tachas de sinalização horizontal
Processos de fabricantes de tintas e de empresas de sinalização que dependem de consistência entre lotes
Sistemas termoplásticos em que o ajuste de plasticidade da massa é ponto crítico do processo
Controle de qualidade: laboratório próprio
Todo lote de Keen Fluid 22 I é analisado no laboratório da Kelpen Oil em Arujá (SP). Nos fluidos de processo, os ensaios que definem o comportamento na formulação são a viscosidade cinemática a 40 °C e a 100 °C pela ASTM D7042, que governa o comportamento da massa fundida, o ponto de fulgor pela NBR 11341, determinante em um processo de aplicação a quente, a cor pelas escalas ASTM e Saybolt, conforme a NBR 14483 e a ASTM D1209, e o número de acidez pela NBR 14448.
São cinco dos mais de 25 ensaios do parque analítico, que inclui ainda espectrometria ICP pela NBR 14786, análise por infravermelho pela ASTM E2412, fluorescência de raios X pela ASTM D6481, composição de carbonos pelas normas ASTM D2140 e ASTM D3238 e ponto de fluidez pela NBR 11349. O laudo técnico acompanha cada lote.
Em processo que funde material a temperatura elevada, o ponto de fulgor verificado lote a lote não é apenas especificação: é informação de segurança do próprio processo de fabricação da tinta.
Perguntas frequentes
O que é tinta termoplástica viária? É o material de demarcação horizontal aplicado a quente, por extrusão ou aspersão, usado em faixas e símbolos de sinalização. É fundido no equipamento, aplicado sobre o pavimento e endurece por resfriamento, oferecendo durabilidade muito superior à da tinta convencional sob tráfego.
Qual a função do plastificante na tinta termoplástica? Ajustar a plasticidade da massa. Sem plastificação adequada, o material fica rígido e trinca sob a movimentação do pavimento; com plastificação em excesso, deforma sob o tráfego e perde definição. O plastificante mantém o sistema dentro do intervalo em que ele acompanha o pavimento sem deformar.
Por que a demarcação viária trinca e se solta? As causas se somam: preparo inadequado do substrato, temperatura errada de aplicação, espessura fora de especificação e formulação com plasticidade inadequada. No que depende do material, uma massa rígida demais não acompanha a dilatação e a movimentação do pavimento, e falha por trincamento.
O que muda de uma tinta termoplástica por extrusão para uma por aspersão? Principalmente a viscosidade de trabalho e a espessura aplicada. A extrusão trabalha com massa mais espessa e camadas maiores, típica de faixas de alta durabilidade; a aspersão aplica camadas mais finas com maior rendimento. A formulação, incluindo a plastificação, se ajusta ao método.
Como comprar plastificante para tinta termoplástica direto da fábrica? A Kelpen Oil atende diretamente fabricantes de tintas e empresas de sinalização. O caminho é informar o sistema de resina, o método de aplicação e o volume, receber o boletim técnico para validar contra a formulação e avaliar amostra antes do pedido.
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A Kelpen Oil atende indústrias e formuladores em todo o Brasil, com envase sob demanda, do contêiner ao granel, e laudo técnico acompanhando cada lote. Referência em Base Oil no Brasil desde 1999.
Para projetos em avaliação, a visita técnica à fábrica e ao laboratório em Arujá (SP) é a forma mais direta de ver o parque analítico que sustenta cada laudo emitido. As visitas são agendadas caso a caso com o time comercial.
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